Os cortes orçamentais que estão a resultar da actual crise financeira
mundial podem afectar os sistemas de TI das empresas de uma forma que
nem o bug do ano 2000 conseguiu interromper as operações dos data
centers.
Em finais dos anos 90, as empresas investiram muitos milhares
de dólares para modificar as linhas de código dos seus sistemas com o
objectivo de evitar que estes sucumbissem aos problemas derivados da
mudança de formato das datas na passagem para o novo milénio.
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Os países africanos que lutam por manter o controlo dos seus próprios
domínios, ou Top Level Domains (ccTLDs), deveriam investir em
servidores e na formação de engenheiros capazes de operar os registos
antes de reclamarem, acusa Ann Rachel Inne, responsável da Internet
Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN) para a região
africana.
A recessão económica mundial pode ditar o fim de muitos projectos de
TI, mas alguns observadores da indústria acreditam que o mercado do
outsourcing continuará a crescer, à medida que os seus preços descem e
os gestores de tecnologia se tornam mais estratégicos em relação aos
contratos que assinam.De acordo com as previsões do Gartner, o preço
dos serviços de outsourcing de TI irá sofrer uma queda de cinco a 20
por cento entre 2009 e 2010, sobretudo devido ao “actual clima
económico, à contenção nos orçamentos e a um maior conhecimento do
mercado em geral”. A consultora prevê, ainda, que a maior redução nos
preços acontecerá no custo do outsourcing de serviços de rede e nos
serviços de alojamento de aplicações.
Os resultados de um inquérito realizado junto de 450 profissionais de
TI de empresas do Reino Unido e dos EUA revelam que, das 26 categorias
do sector das tecnologias, o armazenamento será a única onde a despesa
aumentará este ano. No que respeita aos resultados obtidos por países,
refira-se que as empresas do Reino Unido se mostraram mais pessimistas
quanto às condições económicas futuras, já que 50 por cento dos
entrevistados acredita que haverá menos oportunidades laborais nos
próximos seis meses, contra os 28 por cento de norte-americanos que
pensam da mesma forma.
A Intel confirma que está a ultimar os detalhes de uma nova geração de
processadores de baixa voltagem, que prevê lançar no segundo trimestre
deste ano e que foi especialmente concebida a pensar na sua integração
em computadores ultra-portáteis de baixo custo.
A companhia lançará os novos chips como parte da sua plataforma móvel para portáteis, denominada Montevina Plus, uma versão actualizada da actual plataforma Montevina, segundo conta Connie Brown, porta-voz da Intel.
A companhia lançará os novos chips como parte da sua plataforma móvel para portáteis, denominada Montevina Plus, uma versão actualizada da actual plataforma Montevina, segundo conta Connie Brown, porta-voz da Intel.
